Meus colegas riram quando me candidatei à vaga de gerente em inglês. Este ano, sou eu quem comanda as reuniões (sem Google Tradutor)

Se alguém me dissesse, um ano atrás, que eu seria gerente na minha empresa…
E que comandaria as reuniões do time em inglês…
Eu provavelmente riria e diria que a pessoa estava maluca.
Naquela época, se você falasse um pouco rápido demais, eu só sorria feito boba e torcia para você não me fazer uma pergunta.
Mas aqui estou eu. Escrevendo isto sozinha. Em inglês!
E eu não cheguei aqui pelo caminho “normal”.
Cheguei… meio dormindo.
Deixa eu explicar.
Não estou dizendo que meu inglês ficou 100% perfeito em tão pouco tempo…
Pois é, minhas frases ainda são curtas.
E eu cometo erros. Às vezes, erros grandes.
Mas, finalmente, consigo me expressar…
Consigo conversar, fazer apresentações e, enfim, entendo as piadas que as pessoas contam.
E estou melhorando a cada dia.
Mas, antes de contar como cheguei lá, vamos voltar um pouco no tempo.
Algo ENORME aconteceu no início de 2025

Eu sou de São Paulo e, no Brasil, tinha construído uma carreira da qual me orgulhava.
Mas, há dois anos, nos mudamos para os EUA por causa do trabalho do meu marido, e tive que recomeçar do zero.
Aceitei um cargo vários níveis abaixo do que eu tinha, porque meu inglês ainda não era bom o bastante.
Meu trabalho era excelente, e meu chefe sabia disso. Mas, nas reuniões, eu era a quietinha.
Eu entendia a maior parte do que as pessoas diziam (quando não falavam rápido demais), mas, quando eu terminava de montar uma frase na cabeça, todo mundo já estava falando de outra coisa.
Então, em janeiro, o gerente do nosso time anunciou que ia sair.
Meu chefe me chamou na sala dele e disse: “Camila, você é a melhor pessoa desta equipe. Quero que se candidate à vaga de gerente.”
Fiquei radiante, até ouvir a única condição.
“Você vai comandar as reuniões do time e apresentar para a diretoria toda semana. Preciso que seu inglês esteja pronto para isso. Você tem quatro meses.”
Eu disse sim antes que meu cérebro conseguisse me impedir, mas, no fundo, estava apavorada.
No dia seguinte, no almoço, contei para os meus colegas que ia me candidatar.
Eles riram, e um deles disse: “Você? Comandando as reuniões? Camila, você nem fala nelas.”
Eu não sabia se ria ou se chorava

Então fiz o que todo mundo faz. Baixei Duolingo, Babbel e Memrise…
E me matriculei em um curso on-line que eu podia fazer depois de colocar as crianças para dormir.
Até comprei um livro de gramática de 400 páginas (que hoje uso como peso de porta).
E, por três semanas, fiquei motivada!
Mas aí veio a frustração.
Eu conseguia ler as lições, entender os exercícios e escrever e-mails com cara de profissional.
Só que, na hora de falar, meu cérebro travava.
Nas reuniões, eu tinha a resposta perfeita em português e a perdia antes de abrir a boca.
Ficava ali pensando: “Is it ‘I have done’ or ‘I did’?” Quando eu me decidia, outra pessoa já tinha falado a minha ideia.
Eu não estava aprendendo a falar inglês. Estava aprendendo a traduzir na cabeça, e isso me deixava mais lenta a cada vez.
Em quatro meses, eu teria que ser a pessoa que a sala inteira esperava para falar, e não podia me dar ao luxo de travar.
Uma noite, eu estava prestes a desistir…

Naquela tarde, meu chefe me fez uma pergunta simples na frente do time todo, e eu travei.
Meus colegas se entreolharam. Foi, no mínimo, constrangedor.
Naquela noite, liguei para minha amiga Fernanda e comecei a contar tudo.
Ela também é brasileira e se mudou para cá mais ou menos na mesma época que eu. O inglês dela era pior que o meu, mas, no ano passado, ela foi promovida e agora apresenta para clientes toda semana.
Por fim, perguntei: “Tá, como você conseguiu?”
Ela riu e disse: “Sinceramente? Eu colei. Aprendi dormindo.”
Achei que ela estivesse brincando.
Mas ela me mandou um link e disse para eu testar uma coisa chamada app de idiomas com hipnose.
“Ele combina neurociência, hipnose e histórias para ajudar seu cérebro a absorver um idioma de forma natural, do jeito que as crianças aprendem só de ouvir”, ela explicou.
Eu não tinha nada a perder, então, naquela noite, fiz o quiz rápido e baixei o app.
Poucos minutos depois, eu estava na cama, de fones de ouvido, meio dormindo, ouvindo uma voz calma me guiar por frases simples e conversas reais.
Não parecia estudo de jeito nenhum.
Foi isto que descobri depois…

Quando você está profundamente relaxado, seu cérebro entra no chamado estado teta.
É o mesmo padrão de ondas cerebrais em que as crianças estão quando aprendem idiomas sem esforço.
O app, que se chama Wordletic, guia você até esse estado e depois toca histórias, diálogos e conversas da vida real em inglês.
Você não precisa tocar, digitar nem responder nada, o que o torna perfeito para os últimos 20 minutos antes de dormir.
Seu subconsciente faz o trabalho pesado.
O método é baseado na hipnose ericksoniana e na ciência do “foco calmo”.1
Quando a mente relaxa, o cérebro fica muito mais receptivo a informações novas.
É por isso que as crianças aprendem tão rápido. Elas não param para perguntar se é “I have done” ou “I did”. Elas ouvem, imitam e repetem até sair naturalmente.
O Wordletic treina seu cérebro para aprender do mesmo jeito, então você aprende mais rápido e o conteúdo realmente fica.
Depois de um mês, percebi que estava pensando em inglês

Na saída da escola, outra mãe me perguntou sobre o fim de semana, e respondi sem traduzir uma única palavra na cabeça.
Isso nunca tinha acontecido.
Achei que tinha sido sorte, mas, alguns dias depois, aconteceu de novo em uma reunião.
Meu chefe me fez o mesmo tipo de pergunta que tinha me feito travar um mês antes, e dessa vez a resposta simplesmente saiu.
Em inglês, sem pausa e sem traduzir.
Dessa vez, ninguém se entreolhou. Só concordaram com a cabeça e seguiram em frente.
As palavras estavam começando a surgir na minha cabeça por conta própria.
Eu estava, finalmente, pensando em inglês!
Quando os quatro meses acabaram…

Fiz minha apresentação final para a diretoria, para a vaga de gerente.
Eu não estava fluente de verdade, mas não travei, não li minhas anotações e respondi a todas as perguntas que me fizeram.
Uma semana depois, meu chefe me chamou de novo e disse: “Parabéns, Camila. A vaga é sua.”
Ainda me confundo com os verbos às vezes, ou digo “the people is” em vez de “the people are”.
Mas sabe de uma coisa? Quem tem o inglês como língua nativa também erra. Ninguém liga, desde que você diga o que quer dizer.
Hoje comando as reuniões do time, apresento para a diretoria toda semana e escrevo e-mails sem conferir cada palavra três vezes.
Então, eu recomendaria o Wordletic?
Com certeza, 100%.
Principalmente se você está onde eu estava: entende a maior parte do que as pessoas dizem, mas trava quando chega a sua vez de falar.
Ou se o inglês é a única coisa entre você e a carreira que você merece.
Ou se você está ocupado e cansado demais para encarar mais uma aula depois do trabalho.
Eu ainda uso o app algumas noites por semana. Às vezes só para relaxar, porque ele também funciona como ajuda para dormir.
É loucura que algo que testei por desespero seja o motivo de eu ter conseguido a vaga.
Bastaram 20 minutos por noite e um par de fones de ouvido.
Se você está tentando aprender inglês há anos e ele ainda não sai quando você precisa, talvez seja hora de parar de se esforçar tanto.
Deixe seu cérebro trabalhar enquanto você dorme.
Porque, com o Wordletic, se você sabe ouvir, você sabe aprender.
